Antonio Gallas
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segunda-feira, 27 de agosto de 2012
MEC QUER PACTO COM ESTADOS PARA MELHORIA DO ENSINO MÉDIO
Após reunião com os secretários estaduais de Educação, o ministro Aloizio Mercadante anunciou que será firmado um “pacto nacional” com os governos estaduais para melhorar a qualidade do ensino médio. A iniciativa surge uma semana depois da divulgação dos resultados do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) que, no ensino médio, indicaram resultados insuficientes. O ensino médio é considerado o “gargalo” da educação básica, por registrar altos índices de abandono e reprovação, além de problemas na aprendizagem.
De acordo com Mercadante, será formado um grupo de trabalho entre os secretários de Educação e dirigentes do MEC para discutir soluções para essa etapa do ensino. Um dos focos deverá ser a reforma do currículo do ensino médio. A crítica é que hoje o conhecimento é apresentado de forma muito fragmentada aos estudantes – em média são 13 disciplinas obrigatórias. O debate não é novo. No ano passado, o Conselho Nacional de Educação (CNE) aprovou as novas diretrizes curriculares do ensino médio que já indicavam uma flexibilização desse formato. De acordo com o ministro, o documento servirá de base para o novo modelo.
Mercadante ressaltou que a reforma não significa que a divisão entre as disciplinas será abolida, mas que a aprendizagem dos conteúdos será integrada em quatro grandes áreas: linguagens, matemática, ciências humanas e da natureza. “Algumas redes de ensino já estão trabalhando por área de concentração. Isso não quer dizer menos disciplinas ou menos professores, mas que elas estão integradas em um processo de aprendizagem único”, disse.
Uma das funções do grupo de trabalho será levantar as boas experiências já desenvolvidas nos estados para que elas possam ser utilizadas por outras redes de ensino. Para a presidenta do Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed), Nilene Badeca, é fundamental que os estados participem desse redesenho curricular porque são eles que executam as políticas na ponta.
“A ideia não é ter um modelo único. A gente vai buscar aquilo que é mais adequado para cada realidade. Nós vamos trocar experiências para ver o que é melhor para os estados. Vamos propor e ver o que podemos fazer junto com o MEC”, disse.
Além da reforma curricular, o MEC discutiu com os secretários outras ações para melhorar o ensino médio, como o aumento da jornada escolar e do número de professores com dedicação exclusiva a uma única escola. Segundo o ministro, outra ideia é criar um programa de intercâmbio entre diretores de escolas para que eles conheçam “as melhores experiências de ensino médio no Brasil a fim de trazer para sua rede”.
Também será discutida a possibilidade de ampliação do programa Ensino Médio Inovador, que atualmente atende a 2 mil escolas. Por meio dele, o MEC apoia unidades de ensino que queiram desenvolver novos formatos de organização de ensino médio, inclusive com o aumento do número de horas que o aluno passa na escola.
NOVAS REGRAS PARA A REDAÇÃO DO ENEM 2012
NOVAS REGRAS PARA A REDAÇÃO DO ENEM 2012
O Ministério da Educação divulgou o “Manual do Participante", um documento
destinado aos mais de 5,7 milhões de estudantes que se inscreveram para
a edição deste ano do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Em 50
páginas, o manual esclarece com detalhes as novas regras de correção da
prova de redação do exame, que acontece nos dias 3 e 4 de novembro.
Segundo presidente do Inep, Luiz Claudio Costa, o objetivo do material é
detalhar os critérios utilizados na correção e tornar o processo mais
transparente. Em 2011, mais de 120 estudantes entraram na Justiça para
pedir vistas da prova, por não concordarem com o resultado. Até o fim de
janeiro, em 79 casos a Justiça exigiu uma nova correção da redação, e
apenas dois casos resultaram em alteração de nota.
"No guia está definido o que se espera de cada uma das competências da
redação com exemplos. c disse o ministro Aloizio Mercadante nesta
segunda, em entrevista coletiva, em Brasília.
A nota final da redação do Enem --que vai de 0 a 1.000-- é calculada
pela média aritmética das duas notas atribuídas à prova por dois
avaliadores independentes. Cada um deles avaliará cinco competências,
que permanecem iguais às das edições passadas do exame. O candidato pode
somar no máximo 200 pontos em cada competência.
A principal mudança instituída pelo MEC neste ano se refere à
discrepância entre estas duas notas e vale tanto para a nota final
quanto para a nota de qualquer uma das competências. Pelo manual, uma
discrepância acontece quando as notas finais dos avaliadores diferirem
entre si em mais de 200 pontos --no ano passado, essa divergência era de
300 pontos--, ou quando as notas por competência diferirem em mais de 80
pontos.
Para solucionar a divergência, um terceiro avaliador será convocado para
corrigir a redação, e sua nota será considerada final. Esse procedimento
também já era praticado nas edições anteriores. Porém, se esta terceira
pontuação continuar discrepante em relação às demais, uma banca composta
por três examinadores atribuirá a nota final.
*Competências explicadas*
O manual explica ainda quais são os critérios que orientam os
avaliadores na hora de pontuar cada competência. São seis os níveis de
pontuação: zero, 40, 80, 120, 160 e 200. Cada um se refere à variação do
domínio apresentado pelo candidato.
Por exemplo, na competência 1 (demonstrar domínio da norma padrão da
língua escrita), recebe nota zero quem demonstrar "desconhecimento total
da norma padrão". O candidato que mostrar "domínio insuficiente da norma
padrão, apresentando graves e frequentes desvios gramaticais e de
convenções da escrita", receberá 40 pontos. Quem tiver "domínio mediano
da norma padrão, apresentando grande quantidade de desvios gramaticais e
de convenções da escrita graves ou gravíssimos" somará 80 pontos.
Caso o avaliador julgar que o estudante tem "domínio adequado da norma
padrão, apresentando alguns desvios gramaticais graves e de convenções
da escrita", a nota atribuída será de 120 pontos na competência 1. Já
quem demonstrar "bom domínio da norma padrão, apresentando poucos
desvios gramaticais leves" receberá 160 pontos, e quem não apresentar,
ou apresentar pouquíssimos desvios gramaticais leves e de convenções da
escrita, receberá a pontuação máxima, 200.
*Exemplos de redações nota 1.000*
O Ministério da Educação selecionou ainda seis exemplos de redações que
tiveram nota 1.000 no Enem 2011. Os textos foram acompanhados de uma
explicação geral sobre o tema, que no ano passado foi "Viver em rede no
século XXI: os limites entre o público e o privado", e de comentários
gerais a respeito da construção dos textos de candidatos do Rio de
Janeiro, de Minas Gerais e de São Paulo.
Para executar o novo sistema, o MEC anunciou o aumento de 40% no quadro
de avaliadores, de 3.000 para 4.200 a partir deste ano. O ministro
Aloizio Mercadante também afirmou, em maio, que o ministério firmou um
termo de ajustamento de conduta com a Justiça no final do ano passado,
no qual ficou definido que os estudantes teriam acesso à correção da
prova de redação mediante um pedido.

Antonio Gallas
No livro de crônicas do Dr. Antonio de Pádua Ribeiro dos Santos lançado recentemente em Parnaiba, no capítulo que dá título ao livro, “O Encantador de Serpentes”, Pádua Santos faz referências aos comentários descabidos e às vezes até debochados que invadiram a Internet contra o Defensor Público de Parnaíba, dr. Marcos Siqueira, após o Supremo Tribunal de Justiça (STJ) acatar pedido de soltura de José Maria Cobra requerido pela Defensoria Pública, tendo em vista falhas no processo que tramitava contra o Zé Maria Cobra acusado de ser um dos principais cabeças do tráfico de drogas na Região Norte do Piauí.
Considero a Internet uma das mais importantes (ou porque não dizer a mais importante) criação do ser humano no século passado, todavia, por ser” terra de todo mundo” é também uma arma perigosa na mão de pessoas inescrupulosas, covardes, que se escondem sob a máscara do anonimato para denegrir a imagem, o trabalho das pessoas de bem, como foi o caso do Defensor Público de Parnaíba dr. Marcos Siqueira.
Assim como o Defensor Público de Parnaíba foi vítima da covardia desses anônimos da Internet, o prefeito de nossa cidade recebe quase que diariamente impropérios vinculados em blogs e até mesmo na mídia radiofônica, muito deles tão mentirosos que faz tremer e virar na cova Herr Joseph Paul Goebbels, inventor de mentiras do Nazismo. Sabe-se lá se o alemão que foi primeiro ministro e “marqueteiro” de Hitler não tenha reencarnado como blogueiro ou radialista na Princesa do Igaraçu disseminando se ódio contra autoridades, pessoas bem, como o fez contra o povo judeu durante a Segunda Guerra Mundial .
Na China os comentários anônimos na internet foram proibidos como uma forma de endurecimento do controle sobre os mais de 400 milhões de internautas do país. A internet naquele país asiático se transformou em um poderoso instrumento de denúncia de abusos de líderes locais do Partido Comunista, muitos dos quais perderam seus postos. Com o fim do anonimato, os usuários temem ser alvo de retaliações, já que serão obrigados a se identificar e dar seus nomes verdadeiros.”
No Brasil, a lei não é diferente. A liberdade de expressão em nosso território é garantida pela Constituição Federal (artigo 5º, inciso IV) se você se identificar. No entanto, mesmo que haja um rigoroso controle sob quem posta comentários na Internet é muito difícil pegar alguém na burla. Tão difícil quanto acabar com a pirataria. Enquanto isso, as autoridades, as pessoas de bem vão continuar tendo que aturar esses impropérios, essas mentiras descabidas, comentários que muitas vezes deixam de ser dirigidas ao homem público mas à sua própria família, atingindo a honra e a dignidade dos cidadãos.
EM TEMPO: Recomendo a leitura do livro O Encantador de Serpentes e outros vultos ilustrados, de autoria do dr. Pádua Santas, onde além de oferecer uma prazerosa leitura, Pádua Santos, ao seu modo peculiar de contar fatos, retrata episódios e pessoas da nossa cidade, como Monsenhor Roberto Lopes na crônica Pagadores de Promessa.
quarta-feira, 20 de junho de 2012
HOMOSEXUAIS PREPARAM MANIFESTAÇÃO CONTRA HOMOFOBIA - A comunidade homossexual em Tutóia (gays, lésbicas e simpatizantes) está preparando para o próximo dia 28 uma manifestação pública contra a homofobia. Para a realização do evento que acontecerá na Avenida Paulino Neves a partir das 15 horas do dia 28, os organizadores estão pedindo o apoio e o respeito da população. Pelo que consta é a primeira vez que a comunidade GLS em Tutóia se manifesta publicamente. MAS, O QUE É HOMOFOBIA? A palavra vem do grego (homo = igual e fobia = medo irracional, aversão) e serve para designar o ódio, a aversão, as atitudes de hostilidade contra os homosexuais. Na luta pelos seus direitos eles têm conseguido vitórias, não apenas no Brasil,mas no mundo todo. Dentre essas conquistas, o direito de se casarem e de adotarem uma criança. Existe até uma data específica no mundo inteiro para celebrar o Dia Internacional contra a homofobia em inglês The International Day Against Homophobia: 17 de Maio.
domingo, 10 de junho de 2012
DISQUE DENUNCIA DO MARANHÃO OFERECE RECOMPENSA DE ATÉ R$ 2 mil, por informações que levem ao paradeiro de Renã Manuel Souza, acusado pela morte do médico Edvaldo Daniel Filho, de 29 anos, na cidade de Caxias no interior do Maranhão.
O crime aconteceu na madrugada da última quinta-feira (07) durante a realização de uma micarina.O médico foi atingido com quatro facadas, sendo duas nas costas e as outras na região do abdômen.
Devido a proximidade de Caxias com Teresina, apenas 68 km, as autoridades policias de Caxias acreditam que o assassino tenha fugido para o Piauí. Os telefones do disque denuncia que funciona 24 horas são [3223 5800 – capital e 0300 313 5800 – interior] . Basta ligar, não é necessário se identificar.
O crime aconteceu na madrugada da última quinta-feira (07) durante a realização de uma micarina.O médico foi atingido com quatro facadas, sendo duas nas costas e as outras na região do abdômen.
Devido a proximidade de Caxias com Teresina, apenas 68 km, as autoridades policias de Caxias acreditam que o assassino tenha fugido para o Piauí. Os telefones do disque denuncia que funciona 24 horas são [3223 5800 – capital e 0300 313 5800 – interior] . Basta ligar, não é necessário se identificar.
CONVENÇÕES PARTIDÁRIAS COMEÇAM NESTE DOMINGO
Da Agência Brasil
Brasília – As convenções partidárias para escolher candidatos a prefeitos, vice-prefeitos e vereadores que concorrerão nas eleições em outubro deste ano podem começar a partir deste domingo (10), segundo o calendário eleitoral divulgado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). As convenções também devem definir se haverá coligações com outras legendas, e podem ocorrer até 30 de junho.
Embora a propaganda de candidatos só seja autorizada a partir do dia 6 de julho, a legislação permite que os pré-candidatos façam propaganda entre seus correligionários 15 dias antes da convenção do partido.
A propaganda deve se limitar a faixas e cartazes perto do local da convenção, sem o uso de outdoors ou inserções em rádio e televisão, e deve ser retirada assim que a convenção terminar, sob pena de multa aos envolvidos.
O calendário eleitoral também determina que a partir deste domingo e até o final das eleições, candidatos que concorrerão a um cargo eletivo em 2012 não podem mais apresentar programas de rádio e de televisão, nem participar como comentaristas.
O prazo para desincompatibilização varia de acordo com o cargo ocupado e o pretendido pelo candidato
CÂMARA ANALISA PROPOSTA DA NÃO OBRIGATORIEDADE DO VOTO BRASÍLIA - Pela primeira vez em uma eleição presidencial desde 1998 houve redução dos eleitores de 16 e 17 anos - cujo voto é facultativo. Dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) mostram que houve queda de 7% dessa parcela do eleitorado (2,39 milhões) em comparação com 2006 (2,56 milhões). Para tentar estender essa possibilidade para os demais eleitores, tramitam na Câmara Federal atualmente cerca de 40 propostas de emenda à Constituição (PECs) para tornar o voto facultativo. Como hoje o voto é obrigatório, as eleições de outubro poderão contar com a participação de 135,8 milhões de eleitores. Segundo o TSE, houve um aumento de 7,8% no eleitorado nacional em relação a 2006, quando havia 125,9 milhões de eleitores. Em 2006, cerca de 73% dos eleitores (74,9 milhões de pessoas) votaram em algum candidato. O restante (37%) votou nulo, em branco ou se absteve. O cargo que obteve menor votação foi o de senador (64% dos votos foram válidos). A mais antiga proposta de emenda à Constituição que trata do voto facultativo é a PEC 190/94, do ex-deputado Pedro Irujo, que extingue a obrigatoriedade de votação, mas mantém a do alistamento eleitoral para maiores de 18 anos. A matéria ainda aguarda a criação de comissão especial (primeiro passo da tramitação). Há ainda dois projetos de decreto legislativo (PDCs) que dispõem sobre a realização de plebiscito para decidir sobre o fim da obrigatoriedade do voto. Para o deputado Magela (PT-DF), autor da PEC 79/99 (apensada à PEC 190/94) e de um PDC (384/07) sobre o tema, o Brasil está preparado para adotar o voto facultativo. "Já temos uma democracia absolutamente consolidada, temos uma situação já de crescimento político", afirmou. Segundo ele, a votação livre é um aprimoramento da democracia adotado pelos países mais avançados e amadurecidos. Magela também disse que os países em que há o voto obrigatório têm uma tradição de regimes autoritários. Direito - O deputado Antônio Carlos Pannuzio (PSDB-SP) acredita que a plenitude do direito ao voto se dá com a escolha em poder ou não participar do processo eleitoral. "Tínhamos que passar pelo processo da universalização do direito ao voto. Depois desse patamar precisamos ampliá-lo, ou seja, exerce o direito quem quer", afirmou. Na opinião do deputado Chico Alencar (PSol-RJ), o voto facultativo ainda não deveria ser adotado no país. "No contexto atual, liberar o voto significa estimular o desinteresse e a desmotivação política. Precisamos de uma cultura política mais avançada para chegar a esse voto". Ele avalia que a obrigatoriedade do voto é, hoje em dia, um dos poucos instrumentos para que as pessoas prestem atenção na política. Atualmente, o Código Eleitoral (Lei 4.737/65) prevê multa de 3 a 10 salários mínimos para quem deixar de votar e não se justificar em até 30 dias após a eleição. A lei também impede o eleitor de realizar vários atos necessários ao exercício da cidadania ou de atividade econômico-financeira, como participar de concurso público, obter carteira de identidade ou passaporte e renovar matrícula em estabelecimento de ensino oficial ou fiscalizado pelo governo. Pelo Projeto de Lei 7581/10, do Senado, essas restrições passarão a valer somente para o alistamento eleitoral de brasileiros maiores de 18 anos e não mais para o voto. O texto, que será analisado pela Comissão de Constituição, de Justiça e de Cidadania da Câmara, mantém a multa. Plebiscito sobre voto facultativo divide as opiniões de deputados Entidade defende a realização de uma consulta popular anterior à mudança Para o deputado federal Magela (PT-DF), a população deveria se pronunciar sobre a questão para forçar uma atitude do Congresso Nacional. Ele propôs a adoção de um plebiscito (PDC 384/07) sobre a mudança para o voto facultativo. Segundo ele, a iniciativa é necessária porque os congressistas dificilmente tomarão a iniciativa. "O Congresso tem uma direção conservadora, de mudar pouca coisa ou quase nada", argumentou. Segundo o deputado José Genoíno (PT-SP), a discussão da implementação do voto facultativo não pode ser feita por consulta popular. "Alguns temas não podem ser submetidos a plebiscito, como o direito à vida, a liberdade religiosa e a liberdade de imprensa, por causa do risco de a maioria eliminar o direito da minoria", afirmou. O presidente nacional da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Ophir Cavalcante, também defende a realização de uma consulta popular anterior à mudança constitucional. "Embora pessoalmente seja favorável ao voto obrigatório, por incentivar o cidadão a melhor se informar para exercer sua escolha, espero que essa decisão venha de baixo para cima, ou seja, da própria sociedade". "A população já declarou em várias pesquisas que prefere o voto facultativo", afirmou Magela. As entrevistas do Datafolha realizadas em maio deste ano indicaram que a maioria dos brasileiros continuaria a votar mesmo se a obrigatoriedade fosse revogada. Dos entrevistados entre 18 e 70 anos, 55% afirmaram que votariam em eleições com voto facultativo e outros 44% disseram que não iriam às urnas se a prática fosse opcional. O instituto entrevistou 2660 pessoas de 16 anos ou mais em todas as regiões do país. A aprovação e a reprovação ao voto obrigatório estão empatadas na opinião do eleitorado: 48% são a favor e 48% são contra. O valor indicou um aumento de apoio ao voto facultativo. Na pesquisa anterior, de dezembro de 2008, 53% dos entrevistados se mostraram favoráveis ao voto obrigatório e 43% contrários. ( Fonte: Jornal o Estado do Maranhão)
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